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Peritos criminais deflagram greve dia 31

A partir da próxima terça-feira, os peritos oficiais criminais de Mato Grosso iniciam greve por tempo indeterminado. Essa decisão foi tirada em assembleia geral realizada nessa terça-feira (24) na sede da Politec – local de trabalho da categoria.

Peritos da Polícia Civil querem sindicato dissociado do Sinpol em Brasília

Um desgaste entre agentes e peritos da Polícia Civil promete dividir a categoria. Contrários à gestão do Sindicato dos Policiais Civis (Sinpol), peritos convocaram uma assembleia para deliberar sobre a oficialização de um sindicato próprio. O encontro foi marcado para a noite desta segunda-feira (23/5). Na mesma data, horário e local, a diretoria do Sinpol convocou os agentes para um encontro.

Perícia de celulares da Operação Quadro Negro completa nove meses sem conclusão

Neste sábado (21), fez nove meses que a equipe de policiais civis do Núcleo de Repressão a Crimes Econômicos (Nurce) solicitou a pericia ao Instituto de Criminalística em equipamentos eletrônicos dos presos na Operação Quadro NegroEduardo Lopes de Souza, dono da empresa Valor Construtora, e Maurício Fanini, ex-diretor da Secretaria de Estado da Educação (Seed) Maurício Fanini.

MP aponta falta de estrutura durante inspeção no IML e Instituto de Criminalística

Manaus - Falta de estrutura física e de insumos para a realização de perícia foram algumas das situações encontradas durante fiscalização do Ministério Público do Amazonas (MP-AM), no Instituto de Criminalística e no Instituto Médico Legal, durante a manhã de hoje (17). Após a inspeção, os órgãos têm o prazo de cinco dias para responder as requisições do MP-AM sobre dados referentes ao exames feitos nos institutos.

Criminalística do Paraná tem exames parados há mais de dez anos

Duas seções do Instituto de Criminalística (IC) do Paraná somam, juntas, mais de 27,5 mil pedidos de exames periciais pendentes. Tratam-se de solicitações de análises químicas em materiais como drogas e de exames em computadores ou celulares apreendidos. Há casos em que as amostras estão há mais de dez anos na “fila” – enquanto o Código do Processo Penal (CPP) determina que o prazo máximo de espera seja de dez dias.

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