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Foto de Pedritta Garcia
Data-base: sindicatos do funcionalismo público do PR pressionam por reajuste

Entre os dias 11 e 13 de junho, entidades sindicais ligadas ao funcionalismo público do estado, entre elas o Sinpoapar, estiveram mobilizadas em frente ao Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, para cobrar isonomia no pagamento da data-base para a categoria – que estaria acumulada 11,53% e que estaria sendo negociada com a gestão Cida Borghetti, que sinalizou, em maio, a possibilidade de dar reposição de 2,76%, referente aos últimos 12 meses.

A mobilização resultou na retirada da pauta do plenário das cinco propostas que tratam do reajuste de 2,76% para os servidores que atuam nos demais poderes: Legislativo e Judiciário – Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública. A suspensão da votação aconteceu no dia 11 de junho. Segundo o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), Ademar Traiano (PSDB), a tramitação dos projetos ficará suspensa até 18 de junho, até que ocorram as negociações entre a governadora Cida Borghetti e os sindicatos e associações dos servidores do Executivo, militares e civis.

Ainda na segunda-feira, uma comissão do governo estadual – que contava com os secretários de Estado da Fazenda, José Luiz Bovo, e de Administração e Previdência, Fernando Ghignone – recebeu as entidades integrantes do Fórum de Entidades Sindicais (FES). Mas até esta quarta, 13 de junho, nenhuma proposta de reajuste chegou a ser apresentada na Alep. E uma nova reunião foi realizada entre uma comitiva do FES e a chefe de gabinete da governadora, Lucília Felicidade Dias, para cobrar uma resposta do governo sobre a data-base.

Até o momento, nenhum projeto de lei referente à reposição salarial para os servidores do Executivo foi apresentado à Alep. Por isso, sindicatos e associações de servidores decidiram manter o acampamento e retomar a mobilização no Centro Cívico no dia 18 de junho, próxima segunda-feira, quando está prevista a retomada da votação do reajuste para as demais categorias do funcionalismo público estadual. Uma mobilização está marcada para 10 horas. Confira a convocação feita pelas redes sociais.

O Sinpoapar está na expectativa pela implantação dessa reposição salarial para os servidores, que estão sem data-base há quase três anos. No caso da Polícia Científica, a não reposição é um prejuízo que atinge quem integra o QPPO, quem está aposentado, quem foi cedido para a PCP e até os servidores temporários (contratados via PSS).

Assessoria de Comunicação

Sinpoapar
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