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Foto de Pedritta Garcia
Data-base: votação em segundo turno fica para depois das eleições

O projeto de lei que reajusta a data-base dos servidores do Governo do Paraná, entre eles os da Polícia Científica, só será votado em segundo turno pela Assembleia Legislativa após as eleições. É que a governadora Cida Borghetti, no dia 10 de julho, decidiu retirar a proposta da pauta de votações, depois que deputados estaduais apresentaram uma emenda elevando o percentual de aumento de 1% para 2,76%.

Os 2,76% da emenda correspondem à inflação dos últimos 12 meses, é o mesmo que vem sendo pleiteado pelo Fórum das Entidades Sindicais (FES) há meses. Também é o mesmo reajuste proposto ao funcionalismo público dos poderes Legislativo e Judiciário e aprovado pelos parlamentares no dia 9 de julho, em duas sessões plenárias. Os projetos que tratam da data-base para os servidores da Alep, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública, inclusive, já foram enviados para o Palácio Iguaçu para a sanção da governadora.

Cida Borghetti anunciou que vetaria, ainda essa semana, qualquer percentual acima de 1%. Se os projetos da data-base dos servidores do Legislativo, Judiciário, MP, TCE e Defensoria forem vetados, a Assembleia Legislativa tem prerrogativa para derrubá-los e promulgar os reajustes – basta apenas o voto da maioria simples dos 54 deputados estaduais.

No caso da data-base dos servidores do Poder Executivo, se o índice proposto pela governadora for mantido, o salário do funcionalismo – que desde 2015 já acumula uma perda de 12% – continuará sofrendo um encolhimento ainda mais significativo. São 310 mil servidores públicos sem reajuste salarial há mais de dois anos – entre ativos aposentados e pensionistas. E nesse contingente estamos nós, servidores do QPPO da Polícia Científica.

Assessoria de Comunicação – Sinpoapar
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