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Foto de Márcio Alexandre
Richa assina 21 nomeações para a Polícia Científica

Antes de entregar o cargo para Cida Borghetti, o ex-governador Beto Richa assinou apenas 21 nomeações para o Quadro Próprio de Peritos Oficiais (QPPO) da Polícia Científica do Paraná. O decreto 9.247/2018 foi publicado no Diário Oficial do Paraná da última sexta-feira, 6 de abril – quase um mês após o anúncio à imprensa de 28 nomeações.

As 21 nomeações do decreto referem-se a 6 auxiliares de necropsia, 1 auxiliar de perícia, 12 médicos legista e apenas 2 peritos criminais. Os médicos legistas serão distribuídos em 5 seções técnicas do Instituto Médico Legal: Curitiba, Paranaguá, Cascavel, Londrina e Ponta Grossa. Ainda não há previsão para a nomeação das outras 7 vagas anunciadas por Richa, todas para o cargo de auxiliar de perícia oficial.

Número é insuficiente

Essas nomeações são insuficientes para preencher nosso Quadro Próprio de Peritos Oficiais (QPPO). Atualmente, a Polícia Científica do Paraná atua com apenas 16% de seu efetivo, com apenas 243 servidores (dados de janeiro de 2018) para atender 11 milhões de habitantes em 399 municípios. De imediato, poderiam ser contratados 494 novos servidores – que ingressariam na classe inicial da carreira.

O concurso público realizado em 2017 foi para o preenchimento de apenas 54 vagas, montante que não satisfaz nem 1/10 da necessidade de pessoal da instituição. O quadro completo da instituição deveria ser de 1.478 profissionais, incluindo peritos criminais, médicos legistas, odontolegistas, toxicologistas, químicos legais e auxiliares de perícia e de necropsia.

Assessoria de Comunicação do Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares da Perícia do Paraná
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