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maio 25

Sinpoapar recomenda: levantamento aponta alta do número de mortes violentas no Brasil no 1º trimestre de 2020

  • 25 de maio de 2020
  • Sem Comentário
  • Nacional

Um levantamento publicado no portal de notícias G1 neste 25 de maio  traz importantes números do Monitor da Violência – índice nacional de homicídios criado pelo site que acompanha os crimes violentos no país mês a mês. Os recentes números da pesquisa levaram o Sindicato dos Peritos Oficiais e Auxiliares do Paraná (Sinpoapar) a recomendarem a leitura do texto cujo título é “Mesmo com pandemia do coronavírus, Brasil tem alta de 11% no número de assassinatos em março”.

Os dados do 1º trimestre de 2020 são preocupantes e reforçam a necessidade do preenchimento de vagas no QPPO da Polícia Científica no Paraná. O PR está na lista dos 17 estados do país que apresentaram alta de assassinatos entre janeiro e março. Somado a isto, é o 1º mais violento entre os 3 estados da região sul. Entre janeiro e março, foram registradas 211 mortes; no Rio Grande Sul ocorreram 150; e Santa Catarina, por sua vez, contabilizou apenas 79 mortes violentas.

Abaixo segue parte do levantamento publicado no G1. Boa leitura!


Mesmo com pandemia do coronavírus, Brasil tem alta de 11% no número de assassinatos em março

O Brasil teve uma alta de 11% no número de assassinatos em março deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

De acordo com a ferramenta, houve 4.146 mortes violentas em março de 2020. No mesmo mês no ano passado, foram 3.729. O crescimento ocorre mesmo em meio à pandemia da Covid-19. Já considerando o trimestre, foram 11.908 vítimas de assassinatos neste ano contra 10.924 em 2019, uma diferença de 984 mortes.

A alta no início deste ano vai na contramão de 2019, que teve uma queda de 19% no número de assassinatos em todo o ano. O Brasil teve cerca de 41 mil vítimas de crimes violentos no ano passado, o menor número desde 2007, ano em que o Fórum Brasileiro de Segurança Pública passou a coletar os dados.

O G1 já havia antecipado que um terço dos estados tinha apresentado alta nos assassinatos no último trimestre de 2019, o que acendeu o alerta para uma possível reversão da tendência de queda da violência no país, segundo os especialistas. A reversão foi confirmada no início deste ano.

Os dados apontam que:
=> o país teve 4.146 assassinatos em março de 2020
=> houve 417 mortes a mais na comparação com o mesmo mês de 2019, uma alta de 11%
=> já no trimestre, foram 11.908 crimes violentos, um crescimento de 9%
=> 17 estados do país apresentaram alta de assassinatos no trimestre
=> 10 registraram queda no período

PANDEMIA DO CORONAVÍRUS E ISOLAMENTO: O mês de março foi o período em que a pandemia do coronavírus ganhou força no Brasil. A primeira morte foi registrada em 17 de março, em São Paulo. Foi também o mês em que vários estados começaram a aplicar medidas de fechamento de comércio e isolamento social. O Rio de Janeiro publicou um decreto com as medidas de restrição de circulação e funcionamento dos serviços no dia 17 de março. Já São Paulo adotou a quarentena a partir de 24 de março.

Outros estados também seguiram a mesma linha, mas, mesmo com a circulação de pessoas mais restrita, houve um aumento de assassinatos de forma geral em todo o país. Para Bruno Paes Manso, do NEV-USP, esse crescimento no contexto atual de quarentena é preocupante. Ele afirma que ainda é cedo para apontar as causas por trás da alta da violência, mas aponta que a hipótese relacionada a um aumento nos conflitos entre grupos criminosos se sobressai.

“Esse tipo de homicídio não está relacionado a conflitos cotidianos e ocasionais, como os decorrentes de briga em bar, em trânsito etc. São assassinatos relacionados a disputas de poder, de mercado, de território, envolvendo execuções sumárias previamente planejadas. Os homicidas vão buscar a vítima não importa onde ela esteja”, afirma.

Paes Manso afirma que é importante entender os motivos por trás disso. “Será que as autoridades estaduais estão fragilizadas com a crise criada pelo coronavírus? Será que essa percepção de fragilidade levou quadrilhas rivais a disputarem poder e territórios?”, questiona.

“Não existe, contudo, um padrão claro. Estados como Amazonas e Pará, fortemente atingidos pela pandemia, reduziram homicídios em março. Ceará, também bastante impactado, viu os homicídios crescerem. Nesses momentos, às vezes, é mais importante fazer perguntas que dar respostas.”

(…)


Mais detalhes sobre o levantamento do Monitor da Violência sobre o primeiro trimestre de 2020 estão disponíveis na íntegra da publicação no portal G1. Também é possível comparar os números do Paraná com cada um dos outros estados e do Distrito Federal (referentes a 2020, 2019, 2018 e anos anteriores). É só clicar aqui.

Assessoria de Comunicação
Sinpoapar

 

 

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